Luiza Bandeira

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Bailarina,coreógrafa,personal training. Criadora do material didático para bailarinos e professores ( Apostilas de Ballet) Premiada em vários Festivais como bailarina e coreógrafa. Luiza Bandeira também atua dando workshops em festivais e como jurada. Formada em pela Escola Estadual de Danças Maria Olenewa, Ed. fisica (Faculdade Plinio Leite), Históra de Dança e da artes, terminologia do Ballet entre outros. Atualmente vive em Mar del Plata Argentina expandindo seu trabalho como professora de ballet clássico, contemporâneo,jazz, alongamento y flexibilidade. Na área fitness atua com classes de Gap,combat, spinner,musculação. Solista na Cia A Escena com direção de Marta Sol Bendahan, Maestra docente em Cidanza- Congresos de Danzas Internacionales em Cordoba , Villa Carlos Paz - Ar
Reciem aprovada para faculdade de Rey juan Carlos en Madri Espanha ( Instituto de Danza Alicia Alonso.
 Luiza Bandeira dedica seu maior tempo ao estudo do corpo e do movimento aperfeiçoando cada dia mais sua tácnica e seu trabalho.

sábado, 26 de setembro de 2009

La Bayadere



Bailado em quatro atos e sete cenas

Música: Ludwing Minkus

Libreto: Khudenov

Coreografia de Marius Petipa.

Estréia no Teatro Marinsky de São Petersburgo, a 4 de fevereiro de 1877.

Personagens: Rajá Dugmanta; Gamsatti, sua filha; Solor, um guerreiro; Nikia, a bailadeira;
sacerdote brâmano; Magdaveya, faquir; Aiya, escrava; servidor do templo; bailarino indiano.

A ação transcorre a Índia.

O primeiro ato nos apresenta um templo hindu.
Solor, contente por ter sido bem sucedido numa caçada, manda um servo levar ao rajá um tigre por ele morto.
O jovem guerreiro permanece no templo, pois espera ver sua amada Nikia. Quando ele sai um sacerdote brâmane
entra com bailadeira, e tenta confessar-lhe seu amor, mas é rejeitado. Irado, jura vingar-se.
O faquir Magda Veyga avisa Nikia que Solor está à sua espera. O guerreiro pede a Nikia que parta em sua
companhia. A bailadeira concorda, mas pede a Solor um juramento de fidelidade diante do fogo sagrado.
O sacerdote brâmane observa a cena.

Segundo ato mostra o palácio do rajá.
Este se encontra muito satisfeito com o presente de Solor e oferece-lhe a mão da filha. O guerreiro, temendo
recusar esta grande honra, e também enamorado da beleza de Gamsatti, aceita, esquecendo o voto sagrado
feito a Nikia. Segue-se a Festa do Fogo para celebrar o noivado. Entre as dançarinas estão Aiya,
confidente de Gamsatti, e Nikia. O sacerdote brâmane conta ao rajá o que ouviu entre Solor e Nikia.
Gamsatti ouve está conversa e apressa-se a contar Nikia. Esta se recusa a acreditar, mas a filha do rajá instante
para que desista de Solor. A bailadeira ataca Gamsatti com um punhal, mas é detida por um servo
Aiya acalma a filha do rajá e se oferece para livrá-la de Nikia.

O terceiro ato é o casamento de Solor com Gamsatti.
O rajá ordena que Nikia dance com as outras bailadeiras. Durante a dança, Aiya oferece a Nikia uma cesta onde
está escondida uma serpente venenosa, que morde Nikia. O faquir mata a cobra, e brâmane se oferece para
salvar a bailadeira, desde que ela lhe pertença. Nikia recusa e continua dançando até morrer.


O quarto ato é o reino das sombras.
Solor está desolado pela morte de Nikia. O faquir procura distraí-lo com uns encanadores de serpentes.
Solor adormece e sonha que visita, com Nikia, uma terra desconhecida. Surgem os espíritos das bailadeiras
mortas. Afinal Solor encontra Nikia e jura que nunca mais abandonará. Este ato coloca no palco 32 bailarinas.

Atualmente, o bailado é levado com cinco cenas. Na versão original, o final era diferente.
Solor após visitar o reino das Sombras, casa-se com Gamsatti. Mas a profecia da bailadeira realiza.
Ecoa um terrível trovão, o palácio cai em ruínas, e todos morrem esmagados.