Luiza Bandeira

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Bailarina,coreógrafa,personal training. Criadora do material didático para bailarinos e professores ( Apostilas de Ballet) Premiada em vários Festivais como bailarina e coreógrafa. Luiza Bandeira também atua dando workshops em festivais e como jurada. Formada em pela Escola Estadual de Danças Maria Olenewa, Ed. fisica (Faculdade Plinio Leite), Históra de Dança e da artes, terminologia do Ballet entre outros. Atualmente vive em Mar del Plata Argentina expandindo seu trabalho como professora de ballet clássico, contemporâneo,jazz, alongamento y flexibilidade. Na área fitness atua com classes de Gap,combat, spinner,musculação.também praticante de Artes Marcias Capoeira,  jiu-jitsu e muay thai. Luiza Bandeira dedica seu maior tempo ao estudo do corpo e do movimento aperfeiçoando cada dia mais sua tácnica e seu trabalho.

sábado, 26 de setembro de 2009

Espectro da Rosa


Música de Carl Maria von Weber, libreto de J. L. Vaudoyer
Coreografia de Michel Fokine e figurinos e cenário de Leon Bakst.

Estréia no Teatro de Monte Carlo, na França, em 19 de abril de 1911
com Vaslav Nijinski como o espectro de la Rose e Thamara Karsavina como a jovem.
Estreou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro na sexta feira, 17 de outubro de 1913, na estréia da Companhia de Bailados Russos, com os mesmo intérpretes da primeira récita mundial. Fez parte, portanto, do primeiro espetáculo de bailados em nosso principal teatro, tendo sido o terceiro apresentado.
A música é a conhecida peça de Weber Convite à Dança, ou também, como é chamada, Convite à Valsa.
O libreto se inspira no poema de Teófilo de Gauthier. Weber dedicou sua obra à noiva, Carolina Brandt.
Em 1841, Berlioz transcreveu a peça para orquestra.


O cenário nos mostra o quarto de dormir de uma jovem donzela. De um lado, uma ampla janela.
Do jardim vem uma fragrância amena de rosas.
Uma jovem entra no quarto, em seu vestido de baile, segurando delicadamente uma rosa.
Ela retorna de seu primeiro baile.
Senta-se para recordar e adormece. A rosa escorrega de seus dedos.
A música acelera e, pela janela aberta, entra o espectro da rosa.
Aí reside o momento capital do bailado, que Nijinski fazia como ninguém,
e os críticos de ballet ainda se lamentam de que os outros bailarinos não o fizeram:
o famoso salto por cima do peitoril da janela.
A jovem e a rosa dançam no sonho. Aos poucos, tudo vai se acabando.
O espectro da rosa sai pela janela, a moça acorda,
percebe que tudo não passou de um sonho e aperta a rosa contra o seio.